Eu adoro tudo o que é doce conventual. Com muito açucar, muitos ovinhos e claro, muitas calorias. Dei de caras com estes meninos há uns tempos e fiquei com água na boca... Vocês hão-de cá vir parar... ou eu não me chamo Maria Francisca!!
quarta-feira, 7 de novembro de 2012
Rebuçados de ovo
Quem é que já provou esta iguaria made in Portugal?
Eu adoro tudo o que é doce conventual. Com muito açucar, muitos ovinhos e claro, muitas calorias. Dei de caras com estes meninos há uns tempos e fiquei com água na boca... Vocês hão-de cá vir parar... ou eu não me chamo Maria Francisca!!
Eu adoro tudo o que é doce conventual. Com muito açucar, muitos ovinhos e claro, muitas calorias. Dei de caras com estes meninos há uns tempos e fiquei com água na boca... Vocês hão-de cá vir parar... ou eu não me chamo Maria Francisca!!
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Chanatos
Ainda não se paga só por desejar ter algo pois não? Ou será que se nos virem com ideias de ter mais do que um par de sapatos nos levam presos e nos viram ao contrário para ver se cai alguma moeda de 5 centimos dos bolsos? MEDO. Enfim...
Vamos ver coisas bonitas? Vamos
É um par de cada para esta mesa fachavor!
Que tal um Banco de trocas?
Depois de fazer os cálculos sobre os novos descontos sobre os salários aplicados em 2013 fiquei com a nítida sensação que o povo não vai viver, vai tentar sobreviver a este ano agreste.
Com um corte de mais de 200 euros no orçamento familiar não existe outra opção se não cortar, cortar e cortar. Mas em quê? Uma pessoa já não é dada a grandes luxos, mas ainda preserva alguma qualidade de vida, que parece que vai ter de suprimir por completo para não passar a viver debaixo da ponte.
Sinceramente este é daquelas temas tão batidos que gostaria simplesmente de evitar, mas não é possível. Vamos efectivamente ser afectados por isto, vamos efectivamente sofrer na pele por esta crise, vamos efectivamente perder muita coisa.
Tenho a certeza que grande parte do comercio e restauração se vai ressentir de forma irreversível com esta quebra brutal do poder de compra e muitos vão mesmo fechar portas.
É neste contexto que acho que faria todo o sentido um banco de trocas. Para podermos "livrar-nos" do que já não queremos trocando por algo que nos faça falta... Talvez assim suprimissemos de certa forma a necessidade de ter algo novo. De comprar, de consumir...
(Olhando para isto consigo aperceber-me também do quanto estamos a regredir. "Troco estes 6 ovos por um quilo de batatas")
... E sim, é muito giro acompanhar as 3500 tendências da moda e ver as patrocinadas a desfilar os modelitos ofertados, o que realmente é triste é que a maior parte de nós vai ficar mesmo só a ver!!
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
Tudo se aproveita
Há relativamente pouco tempo falei aqui da dificuldade de encontrar botas de cano alto que sirvam em pernas mais rechunchudinhas. Pois bem, para além de gastar uma pipa de massa em umas que efectivamente tenham sido desenhadas e adaptadas para uma barriga da perna mais larga, existe ainda outra opção. Comprar umas mais baratas ou adaptar umas que já não sirvam.
Como?
Indo ao sapateiro e pedindo para cortar a parte de trás da bota, cozer um elástico et voilá... Umas botas que não serviam passam a servir. É simples e compensa.
Tenho pena de ter dado praticamente todas as que tinha antes de achar que esta seria uma boa ideia.
Dicas para sobreviver à crise
A crise é daqueles temas de que eu fujo a sete pés. Sinceramente tenho a minha firewall no máximo de forma a que não passe para os meus ouvidinhos qualquer assunto que esteja ligado a esta conjuntura de trampa que se vive em Portugal e que vai acabar com o pouco que as famílias têm e conseguiram conquistar ao longo de anos de esforço e de trabalho.
Contudo, lá vou sabendo por portas e travessas que isto para o ano vai ser agreste. Contudo, prefiro assim, que a informação já me seja passada filtrada, sem os sensacionalismos do costume, sem que entre em depressão, sem que chore desalmadamente pelos embelezamentos mórbidos que a imprensa dá à coisa... Pronto é aquele luxo de que eu não dispenso... foi a forma que encontrei para me proteger. Pois sou a favor daquela velha máxima de que os ignorantes são mais felizes e sinceramente não me apetece mesmo aumentar a minha conta na farmácia à pala de anti depressivos.
Sei que vou ter de me adaptar a esta realidade e isso passa por mudar certos hábitos. Daqueles que estão enraizados até à ponta dos cabelos... Sei que outras coisas posso simplesmente adaptar sem grande esforço em prole da minha saúde financeira.
Por este motivo e para que não me esqueça de me lembrar vou apontar algumas dicas que me permitam poupar naquilo que é supérfluo. Sim, porque no que não é... nós já tentamos poupar ao máximo e vai ser complicado mudar ainda mais sem perder qualidade de vida... muita... bastante... toda...
Enfim... Hoje, a minha dica vai direitinha para a 7ª arte!!!!
Eu gosto de ir ao cinema de quando em vez. Não preciso de o fazer todas as semanas ou mesmo todos os meses, mas há sempre aquele filme que não quero perder no grande écran. Por esse motivo adquiri o cartão Castello lopes Cinemas. Por norma vou ao cinema durante a semana e dispenso as confusões e multidões, as estreias, a guerra de pipocas, os telemóveis a tocar, as conversas paralelas, as crianças e os adolescentes insuportáveis... e... vou feliz e descansada a uma segunda, quarta ou quinta. Com isso ganho pontinhos no meu cartão (sim durante a semana os pontos são a dobrar). Assim que conseguir 30 pontos tenho um bilhete grátis, o que diga-se de passagem, que ao preço a que estão os bilhetes vem sempre a calhar.
Sim, é chatos sair tarde do cinema quando no outro dia é preciso levantar com as galinhas. E sim, existe toda uma panóplia de actividades domesticas que ficam afectadas por este pequeno "luxo". Mas um dia não são dias não é verdade? E é no poupar que está o ganho!!!
Contudo, lá vou sabendo por portas e travessas que isto para o ano vai ser agreste. Contudo, prefiro assim, que a informação já me seja passada filtrada, sem os sensacionalismos do costume, sem que entre em depressão, sem que chore desalmadamente pelos embelezamentos mórbidos que a imprensa dá à coisa... Pronto é aquele luxo de que eu não dispenso... foi a forma que encontrei para me proteger. Pois sou a favor daquela velha máxima de que os ignorantes são mais felizes e sinceramente não me apetece mesmo aumentar a minha conta na farmácia à pala de anti depressivos.
Sei que vou ter de me adaptar a esta realidade e isso passa por mudar certos hábitos. Daqueles que estão enraizados até à ponta dos cabelos... Sei que outras coisas posso simplesmente adaptar sem grande esforço em prole da minha saúde financeira.
Por este motivo e para que não me esqueça de me lembrar vou apontar algumas dicas que me permitam poupar naquilo que é supérfluo. Sim, porque no que não é... nós já tentamos poupar ao máximo e vai ser complicado mudar ainda mais sem perder qualidade de vida... muita... bastante... toda...
Enfim... Hoje, a minha dica vai direitinha para a 7ª arte!!!!
Eu gosto de ir ao cinema de quando em vez. Não preciso de o fazer todas as semanas ou mesmo todos os meses, mas há sempre aquele filme que não quero perder no grande écran. Por esse motivo adquiri o cartão Castello lopes Cinemas. Por norma vou ao cinema durante a semana e dispenso as confusões e multidões, as estreias, a guerra de pipocas, os telemóveis a tocar, as conversas paralelas, as crianças e os adolescentes insuportáveis... e... vou feliz e descansada a uma segunda, quarta ou quinta. Com isso ganho pontinhos no meu cartão (sim durante a semana os pontos são a dobrar). Assim que conseguir 30 pontos tenho um bilhete grátis, o que diga-se de passagem, que ao preço a que estão os bilhetes vem sempre a calhar.
Sim, é chatos sair tarde do cinema quando no outro dia é preciso levantar com as galinhas. E sim, existe toda uma panóplia de actividades domesticas que ficam afectadas por este pequeno "luxo". Mas um dia não são dias não é verdade? E é no poupar que está o ganho!!!
Então é Natal...
Na luta contra o peso nem sempre levamos a melhor. Houve alturas em que tinha a sensação que até o ar me engordava. Numa ida de rotina ao médico, ele explicou-me que eu estava a "explodir como mulher" sim, a explodir eu sei que estava, obrigadinha. Mas queria saber os motivos. Não me contento com a resposta de que este é o meu corpo de mulher e não de menina e que é assim que o tenho de aceitar. Não, de forma alguma, mas a força de vontade nesta guerra é importante e a guerra é feita de batalhas e a próxima avista-se para breve.
O Natal é uma batalha feroz, são triliões de soldados armados até aos dentes de rabanadas, filhoses, sonhos, azevias, coscorões, bombons, lampreias de ovos... ufa... vou precisar de muitas munições para abater todos os inimigos com a minha persistência e resistência e não com o meu estômago :p
sábado, 3 de novembro de 2012
Defuntos
Nós enterramos, fechamos a tampa, jogamos terra para cima, acamamos, colocamos lápide e eles ainda conseguem por as patinhas pra fora. Não é impressionante? Os defuntos vulgo ex-namorados/namoradas/companheiros/companheiras/maridos/mulheres deviam perceber que se o prazo de validade da relação acabou então não vale a pena agarrarem-se que nem carrapatos às pernas do novo casalinho e forçarem situações que não são de todo bem vindas.
Ainda que se goste, por vezes, de manter uma relação com um ex, até que ela chegue a uma amizade sólida que assim se possa realmente chamar é preciso ultrapassar muita coisa e é preciso que a pessoa que actualmente ocupa o lugar de destaque esteja à vontade com essa situação caso contrário alguém tem de bazar e é ou passado ou o presente/futuro.
Eu não tenho nada contra ou a favor dos e das ex, mas não me vejo a confraternizar alegremente com eles. Há um história, existem memórias e não é algo que me agrade dar continuidade a algo que bem ou mal teve um fim.
Sim, muitos discordarão, mas cada um é como cada qual e se já sou obrigada a tanto, não me vou também "obrigar" no campo que é privado, no qual posso escolher as minhas companhias e as pessoas com quem privo.
Podem chamar-lhe o que quiserem eu prefiro dar-lhe o nome de opção.
O grande problema é que estes seres nasceram com uma uma dose fora do normal de peçonhisse e resiliência. Xiçaaaaaaa
Ainda que se goste, por vezes, de manter uma relação com um ex, até que ela chegue a uma amizade sólida que assim se possa realmente chamar é preciso ultrapassar muita coisa e é preciso que a pessoa que actualmente ocupa o lugar de destaque esteja à vontade com essa situação caso contrário alguém tem de bazar e é ou passado ou o presente/futuro.
Eu não tenho nada contra ou a favor dos e das ex, mas não me vejo a confraternizar alegremente com eles. Há um história, existem memórias e não é algo que me agrade dar continuidade a algo que bem ou mal teve um fim.
Sim, muitos discordarão, mas cada um é como cada qual e se já sou obrigada a tanto, não me vou também "obrigar" no campo que é privado, no qual posso escolher as minhas companhias e as pessoas com quem privo.
Podem chamar-lhe o que quiserem eu prefiro dar-lhe o nome de opção.
O grande problema é que estes seres nasceram com uma uma dose fora do normal de peçonhisse e resiliência. Xiçaaaaaaa
Subscrever:
Mensagens (Atom)















